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PR promete trabalhar para uma justiça mais célere, eficiente, moderna e mais transparente

O chefe de Estado são-tomense defendeu ainda que “a justiça não pode ser vista como um privilégio reservado a alguns”, mas sim “uma garantia para todos, pelo que sublinhou ser necessário “apostar na melhoria das condições de funcionamento das instituições de Justiça, na formação e valorização dos seu profissionais, na modernização dos procedimentos e na utilização responsável das novas tecnologias”.

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Redação Leve Leve
📅 03 de Setembro de 2026 ⏱ 2 min de leitura

O chefe de Estado são-tomense defendeu ainda que “a justiça não pode ser vista como um privilégio reservado a alguns”, mas sim “uma garantia para todos, pelo que sublinhou ser necessário “apostar na melhoria das condições de funcionamento das instituições de Justiça, na formação e valorização dos seu profissionais, na modernização dos procedimentos e na utilização responsável das novas tecnologias”.

O Presidente da República, que tomou hoje posse, afirmou que o “reforço da Justiça continuará a ser uma das grandes prioridades” no seu segundo mandato, defendendo melhores condições de funcionamento das instituições, formação e valorização dos profissionais do setor para uma Justiça mais célere, eficiente, moderna e mais transparente.

“Não existe uma verdadeira democracia sem justiça, não existe desenvolvimento sustentável sem segurança jurídica, não existe investimento sólido num país onde as instituições não funcionam com previsibilidade, independência e eficácia”, afirmou Carlos Vila Nova no seu discurso de tomada de posse.

Carlos Vila Nova acrescentou que “não existe confiança dos cidadãos no Estado quando a justiça não convence, é lenta, inacessível ou incapaz de responder em tempo útil aos problemas da sociedade”.

“Precisamos por isso de continuar a trabalhar para uma justiça mais próxima dos cidadãos, uma justiça mais célere, mais eficiente, mais moderna, mais transparente. Uma justiça que trate todos com igualdade e dignidade, porque ninguém deve e ninguém está acima da lei”, afirmou.

O chefe de Estado são-tomense defendeu ainda que “a justiça não pode ser vista como um privilégio reservado a alguns”, mas sim “uma garantia para todos, pelo que sublinhou ser necessário “apostar na melhoria das condições de funcionamento das instituições de Justiça, na formação e valorização dos seu profissionais, na modernização dos procedimentos e na utilização responsável das novas tecnologias”.

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