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Papa Leão XIV inicia primeira viagem apostólica a África

Na segunda etapa da viagem, de quarta-feira a sábado, nos Camarões – que receberam, no passado, João Paulo II e Bento XVI. O Papa desloca-se, além da capital, Yaoundé, a Bamenda, no noroeste, palco de um conflito entre o exército e rebeldes independentistas anglófonos, que se queixam de serem marginalizados pelo Governo central francófono.

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Redação Leve Leve
📅 13 de Abril de 2026 ⏱ 2 min de leitura

Na segunda etapa da viagem, de quarta-feira a sábado, nos Camarões – que receberam, no passado, João Paulo II e Bento XVI. O Papa desloca-se, além da capital, Yaoundé, a Bamenda, no noroeste, palco de um conflito entre o exército e rebeldes independentistas anglófonos, que se queixam de serem marginalizados pelo Governo central francófono.

O Papa Leão XIV iniciou hoje, na Argélia, a primeira viagem apostólica a África, com passagens pelos Camarões, Angola e Guiné Equatorial, o continente onde mais tem crescido o número de católicos no mundo, segundo o Anuário Pontifício 2026.

De acordo com a notícia vinculada pela Lusa, a escolha da Argélia para o arranque desta visita tem o simbolismo de se tratar da pátria de Santo Agostinho, fundador da ordem a que pertence Roberto Prevost, o agora Papa Leão XIV.

Em Argel, capital deste país de maioria muçulmana, que recebe o chefe da Igreja Católica pela primeira vez, visitará a Grande Mesquita, em Mohammadia, nos arredores da capital, um dos maiores locais de culto islâmico do mundo, mas também o centro de acolhimento dirigido pelas irmãs agostinianas missionárias em Bab El Oued.

Terça-feira, irá a Annaba, a antiga Hipona, onde Santo Agostinho foi bispo e onde visitará o sítio arqueológico e a casa de acolhimento de idosos das Irmãzinhas dos Pobres.

Na segunda etapa da viagem, de quarta-feira a sábado, nos Camarões – que receberam, no passado, João Paulo II e Bento XVI. O Papa desloca-se, além da capital, Yaoundé, a Bamenda, no noroeste, palco de um conflito entre o exército e rebeldes independentistas anglófonos, que se queixam de serem marginalizados pelo Governo central francófono.

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