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Funcionário acusa presidente da Câmara de Água Grande de despedimento por apoio a Carlos Vila Nova

Contactado pela TVS, Tomé Lopes Pereira negou as acusações e afirmou que não demitiu nenhum funcionário, acrescentando que desconhece o caso apresentado por Edjamel da Silva.

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Redação Leve Leve
📅 22 de Agosto de 2026 ⏱ 2 min de leitura

Contactado pela TVS, Tomé Lopes Pereira negou as acusações e afirmou que não demitiu nenhum funcionário, acrescentando que desconhece o caso apresentado por Edjamel da Silva.

Um funcionário da Câmara Distrital de Água Grande, Edjamel da Silva, acusou o presidente da autarquia, Tomé Lopes Pereira, conhecido por “Van Basten”, de o ter despedido sem justa causa, alegadamente por ter apoiado Carlos Vila Nova nas eleições presidenciais de 19 de julho.

Edjamel da Silva deslocou-se à Televisão Santomense (TVS), acompanhado da esposa e de três das suas filhas menores, para tornar pública a denúncia. Segundo o funcionário, tentou por várias vezes falar com o presidente da Câmara para obter esclarecimentos sobre a sua situação, mas não conseguiu ser recebido.

“Fui para lá três vezes para falar com o senhor e o senhor não aceitou falar comigo. Logo de manhã falei com o senhor, e o senhor disse que agora o está ocupado”, disse o funcionário em declarações à TVS.

O denunciante afirma que é pai de sete filhos e que o afastamento agravou as dificuldades financeiras da família. Diz ainda que o salário deste mês não foi pago e que, neste momento, está a sobreviver através de trabalhos ocasionais.

“Eu sou um pai de família, tenho sete filhos, e hoje em dia tudo está caro, até agora não comprei nem mochila, não matriculei nem uma criança”, desabafou.

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