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Fraca afluência e duas barricadas no sul marcam primeiras horas da votação em São Tomé e Príncipe

As urnas abriram a horas em quase todas as mesas de voto primeiras duas horas de votação que estão a ser marcadas pela fraca afluência às urnas e por dois bloqueios a sul de São Tomé, disse hoje o presidente da Comissão Eleitoral Nacional (CEN), que apelou ao diálogo e fim das barricadas.

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Redação Leve Leve
📅 19 de Julho de 2026 ⏱ 2 min de leitura

As urnas abriram a horas em quase todas as mesas de voto primeiras duas horas de votação que estão a ser marcadas pela fraca afluência às urnas e por dois bloqueios a sul de São Tomé, disse hoje o presidente da Comissão Eleitoral Nacional (CEN), que apelou ao diálogo e fim das barricadas.

“[Em] dois locais não permitiram a entrada das urnas, que é o caso do Ilhéu das Rolas (…) e também na Praia de Messias Alves”, deu conta Jeudiger do Nascimento, numa conferência de imprensa de balanço do ato eleitoral.

Nestes locais, o presidente da CEN avisou que após três horas, caso a população não levantasse o bloqueio seria declarada a anulação da votação, sem repetição em data futura.

“Nas primeiras duas horas temos ainda uma fraca afluência às urnas. Em quase todos os locais as urnas abriram a horas”, à exceção de algumas assembleias de voto em que se procedeu à substituição de membros das mesas por falta de comparência ou atraso daqueles que se encontravam designados, acrescentou.

O presidente da CEN adiantou que em outros locais não se começou a votar na hora prevista, não porque existia algum bloqueio, mas “porque as pessoas estão ao redor das urnas sem exercer o direito de voto”. O responsável acredita, contudo, que a situação se resolverá ao longo do dia.

Jeudiger do Nascimento aproveitou para fazer um apelo à população: “Se as pessoas estão com raiva, este é momento de expressar essa raiva fazendo uma opção. Não podemos adiar o destino do país e não votar não significa que as coisas fiquem resolvidas. (…) Agora o povo é o juiz”.

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