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Eleições’26: Publicação na página de Vila Nova terá sido feita por administradores da página, Presidência

Embora a publicação tenha sido na página pessoal/institucional de Carlos Vila Nova, a Presidência da República  anunciou que “está a adotar todas as medidas necessárias para recuperar o controlo da página, incluindo contactos junto da Meta (Facebook)”.

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Redação Leve Leve
📅 17 de Julho de 2026 ⏱ 2 min de leitura

Embora a publicação tenha sido na página pessoal/institucional de Carlos Vila Nova, a Presidência da República  anunciou que “está a adotar todas as medidas necessárias para recuperar o controlo da página, incluindo contactos junto da Meta (Facebook)”.

A Presidência da República anunciou hoje que a publicação na página oficial de Carlos Vila Nova, cuja autoria foi inicialmente atribuía pela equipa de campanha à ‘hacker’, terá sido feita por administradores da página “sem o consentimento ou autorização” do chefe de Estado, estando a situação “sob investigação”.

“As suspeitas recaem sobre os administradores associados à referida página. Até ao presente momento, não foi possível determinar, com absoluta certeza, qual desses administradores é o responsável por essas publicações não autorizadas. A situação encontra-se sob investigação e estão a ser realizadas todas as diligências necessárias para o completo esclarecimento dos factos”, lê-se numa publicação feita no Facebook da Presidência.

Sem referir à quem ou quantas pessoas eram administradoras da página, a Presidência da República esclareceu que “qualquer conteúdo publicado sem autorização do chefe de Estado não representa, necessariamente, a sua posição oficial nem a posição institucional”.

Embora a publicação tenha sido na página pessoal/institucional de Carlos Vila Nova, a Presidência da República  anunciou que “está a adotar todas as medidas necessárias para recuperar o controlo da página, incluindo contactos junto da Meta (Facebook)”.

“Paralelamente, serão adotadas todas as medidas legais e judiciais cabíveis para identificar os responsáveis, apurar responsabilidades e salvaguardar a integridade da instituição e dos seus canais oficiais de comunicação”, lê-se na publicação.

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