Das 26 detenções 21 são homens e cinco mulheres, incluindo uma grávida que, segundo a polícia, precisou de ser encaminhada ao hospital para receber assistência médica.
A Polícia Nacional são-tomense fez 26 detenções nas barricadas registadas no sábado, primeiro dia da campanha eleitoral, mas garantiu hoje que atualmente o país está calmo, advertindo que não terá tolerância com a desordem pública.
Segundo o subcomissário e porta-voz da Polícia Nacional, Ulisses da Cruz, após tomar conhecimento das barricadas a polícia tentou negociar. Após longas horas de diálogo não conseguiu chegar ao acordo com os promotores, por isso “teve que intervir de forma musculada para fazer cessar a desordem que se desencadeava no momento”, sobretudo em Cantagalo.
Além de Cantagalo, onde a polícia fez vários disparos e aconteceu a maioria das detenções, os protestos registaram-se também nos distritos de Lembá, Lobata e Água Grande, bloqueando o trânsito e circulação de pessoas durante várias horas.
Das 26 detenções 21 são homens e cinco mulheres, incluindo uma grávida que, segundo a polícia, precisou de ser encaminhada ao hospital para receber assistência médica.
A polícia rejeita brutalidade ou excessos durante as detenções e garantiu que todos os detidos têm tidos direito à visita familiar e assistência de advogados.