A reforma da justiça e a saúde também são apontadas como prioridades do partido para a legislatura, defendendo que estas propostas assentam num “objetivo estratégico” que, segundo o presidente, tem faltado ao longo das governações do país.
O Partido de Convergência Democrática (PCD) quer chegar ao Governo para reduzir as importações e a dependência externa, afirmou o presidente da força política, João Bonfim, que defendeu igualmente o reforço das competências técnicas dos estudantes, com destaque para as áreas da engenharia e das línguas, entre as prioridades do partido.
“O PCD entende, e por isso utiliza o lema, que nós somos a esperança, o PCD é nós a esperança para São Tomé e Príncipe. Porque nós acreditamos que o que falta no nosso país são linhas de orientação muito claras”, disse.
Bonfim, que é a figura da força política para o cargo de primeiro-ministro, referiu que uma das prioridades para a próxima legislatura centra-se na redução das importações, a fim de aumentar a capacidade de o país “formar riqueza” e reduzir a dependência externa.
“A primeira questão é desenvolver ou conduzir o país na perspetiva da substituição das importações. E, nisso, entretanto, preparar todas as condições para que o país venha a ter, no turismo, uma grande capacidade de formação de riqueza. Portanto, a partir daí, há um conjunto grande de questões que nos envolvem”, defendeu.
A reforma da justiça e a saúde também são apontadas como prioridades do partido para a legislatura, defendendo que estas propostas assentam num “objetivo estratégico” que, segundo o presidente, tem faltado ao longo das governações do país.