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Deputados impedem plenária exigindo destituição do presidente da Assembleia denunciado por alegada pressão a juízes

Os parlamentares também alegaram que Abnildo D’Oliveira não tramitou um requerimento do grupo parlamentar da ADI que exigiu a declaração de perda de mandato após o mesmo ter assumido publicamente a filiação e presidência do partido Nossa Terra, violando o estatuto de deputado, que proíbe a filiação em partido diferente do qual foi eleito.

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Redação Leve Leve
📅 14 de Agosto de 2026 ⏱ 2 min de leitura

Os parlamentares também alegaram que Abnildo D’Oliveira não tramitou um requerimento do grupo parlamentar da ADI que exigiu a declaração de perda de mandato após o mesmo ter assumido publicamente a filiação e presidência do partido Nossa Terra, violando o estatuto de deputado, que proíbe a filiação em partido diferente do qual foi eleito.

Um grupo de deputados da oposição impediu hoje a realização da sessão plenária exigindo a destituição do presidente do parlamento, denunciado por alegada tentativa de pressão a juízes para libertar um cidadão chileno e ex-conselheiro especial do primeiro-ministro, detido sob mandado da Interpol.

A ação de protesto foi protagonizada por deputados da coligação Movimento de Cidadãos Independentes-Partido Socialista/Partido de Unidade Nacional (MCI-PS/PUN) e pelo menos um da Ação Democrática Independente (ADI).

O presidente do parlamento declarou a abertura da sessão, mas foi obrigado a cancelar após cerca de cinco minutos porque o grupo de deputados permaneceu em pé e circulava na sala aos gritos, impedindo todas as tentativas de intervenção.

Os deputados alegaram o facto de o presidente do parlamento ter sido denunciado pela presidente do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) por ter-se deslocado à residência da juíza, acompanhado do então ministro do Trabalho, e do advogado do cidadão chileno, alegadamente para pressionar a magistrada a libertar o chileno na sequência de uma decisão do Tribunal Constitucional.

Durante o protesto proferiram declarações como : “Em condições normais o senhor sabe que não pode estar aqui […] o senhor não pode presidir nada”, “isto é manchar a nação”, “está a manchar a democracia” e “respeita o povo”.

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