O SJS deixou “uma mensagem de gratidão, de orgulho” por tudo que Conceição Lima “fez pela classe”, e endereçou “uma palavra de consternação” aos familiares e amigos da jornalista.
O Sindicato de Jornalistas São-tomense (SJS) considerou hoje que o jornalismo fica mais pobre, após o falecimento da jornalista e poetisa Conceição Lima, que a classe recordará com gratidão e orgulho pelos seus feitos.
“O falecimento da jornalista e escritora Conceição Lima deixou-nos muito triste porque trata-se de uma figura bastante importante na história dos jornalistas de São Tomé e Príncipe e todos nós estamos desolados com esta notícia (…). O jornalismo são-tomense, a partir de hoje, fica mais pobre”, disse a secretária-geral do SJS, Fernanda Costa Alegre, numa mensagem lida à imprensa.
A porta-voz do SJS sublinhou que Conceição Deus Lima fez muito “para o crescimento do jornalismo de São Tomé e Príncipe”, mas partiu “numa altura em que não vê o sonho concretizado”, porque, segundo o sindicato, a classe está “bastante fragilizada”, com problemas conhecidos e “numa luta que parece que não tem fim”.
“Pode-se dizer que a São de Deus Lima foi vítima de um sistema agressivo, porque a valorização da classe está muito além do que desejamos, porque a classe jornalística são-tomense é toda manipulada, vivida sobre pressão das autoridades nacionais, não só deste Governo, mas também de outros. Então, nós acabamos por estar muito aquém daquilo que foi desejado, foi almejado, não só pela grande “São”, mas também por todos nós que lutamos para melhores dias da classe jornalística”, disse Fernanda Costa Alegre.
O SJS deixou “uma mensagem de gratidão, de orgulho” por tudo que Conceição Lima “fez pela classe”, e endereçou “uma palavra de consternação” aos familiares e amigos da jornalista.