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ADI apela militantes para não participarem nas reuniões promovidas por Américo Ramos e “elementos dissidentes”

Segundo o comunicado da ADI, o grupo liderado pelo primeiro-ministro são-tomense tem promovido “reuniões públicas fraudulentas, desprovidas de qualquer legitimidade orgânica, com intuito de induzir em erro os militantes e a opinião pública, arrogando-se competência que não detêm”.

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Redação Leve Leve
📅 04 de Maio de 2026 ⏱ 2 min de leitura

Segundo o comunicado da ADI, o grupo liderado pelo primeiro-ministro são-tomense tem promovido “reuniões públicas fraudulentas, desprovidas de qualquer legitimidade orgânica, com intuito de induzir em erro os militantes e a opinião pública, arrogando-se competência que não detêm”.

A Ação Democrática Independente (ADI) apelou hoje as seus militantes para se absterem de participar nas ações promovidas por Amério Ramos e “elementos dissidentes” do partido, e ameaçou apresentar uma queixa-crime contra o grupo que acusam de tentar impedir a participação da ADI nas próximas eleições legislativas.

Num comunicado lido hoje à imprensa, o porta-voz da ADI, Alexandre Guadalupe, disse que o partido “condena com veemência os atos ilícitos e politicamente subversivos praticados por elementos dissidentes” liderados por Américo Ramos.

Segundo o comunicado da ADI, o grupo liderado pelo primeiro-ministro são-tomense tem promovido “reuniões públicas fraudulentas, desprovidas de qualquer legitimidade orgânica, com intuito de induzir em erro os militantes e a opinião pública, arrogando-se competência que não detêm”.

“Estas ações configuram uma violação grave e reiterada do estatuto do partido, visando a convocação e realização de um pretenso congresso ilegal, à revelia dos órgãos competentes e da direção legitimamente constituída”, sublinhou o porta-voz da ADI, na leitura do comunicado.

Para o partido, as ações “configuram um novo partido” e pretendem a “criação de uma falsa narrativa e de mera fabricação artificial de um inexistente conflito interno, para iludir e até forçar a presença de militantes em sessões fantoches, usando mecanismos e cumplicidades no sistema judicial, com objetivo inequívoco de intimidar, confundir, comprometer, limitar e desesperadamente inviabilizar e impedir a participação do ADI nas próximas eleições legislativas, em clara afronta aos princípios do Estado de Direito Democrático”.

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