Segundo Abnildo D’Oliveira, o Presidente da República não teve qualquer objeção quanto a sua ausência no ato, e não lhe informou que não participaria na sessão solene.
O presidente da Assembleia Nacional pediu desculpas pelo cancelamento da sessão solene em alusão ao centenário da poetisa Alda Espírito Santo, e justificou que informou previamente ao Presidente da República sobre a sua viagem que o impediu de estar presente no dia.
“Gostaria, em primeiro lugar, aproveitar essa oportunidade para lamentar e apresentar as minhas desculpas e [pedir] compreensão a todas as entidades e personalidades que foram convidadas, nacionais e estrangeiras”, disse Abnildo D’Oliveira em declarações exclusivas à RSTP.
O presidente do parlamento são-tomense sublinhou que a Assembleia Nacional é um órgão colegial e, na ausência do presidente, é representado pelo vice-presidente ou pelo deputado mais velho, que no caso, “ia conduzir os trabalhos para a realização da sessão solene, alusiva ao centenário, da Alda de Espírito Santo”, assinalado em 30 de abril.
“Quero dizer que a Assembleia Nacional abraçou desde a primeira hora a realização desse evento, quer dizer que a Assembleia predispôs-se a acolher, dando a importância que é a Alda Espírito Santo”, sublinhou.
Segundo Abnildo D’Oliveira a sessão solene estava a ser organizada pelo governo, particularmente pelo Ministério da Educação e Cultura, e a decisão de cancelamento foi tomada entre o deputado mais velho que iria presidir a sessão e a comissão organizadora.