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Abnildo D’Oliveira diz que não renunciará e espera presidir tomada de posse do Presidente da República

Abnildo D’Oliveira, que foi eleito presidente do recém-criado partido Nossa Terra, sublinhou que tem condições éticas e legais, “enquanto presidente em exercício”, para presidir à sessão prevista para 03 de setembro, para a tomada de posse do Presidente da República reeleito, Carlos Vila Nova.

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Redação Leve Leve
📅 15 de Agosto de 2026 ⏱ 2 min de leitura

Abnildo D’Oliveira, que foi eleito presidente do recém-criado partido Nossa Terra, sublinhou que tem condições éticas e legais, “enquanto presidente em exercício”, para presidir à sessão prevista para 03 de setembro, para a tomada de posse do Presidente da República reeleito, Carlos Vila Nova.

O presidente da Assembleia Nacional admitiu, em entrevista à RSTP, que deveria perder o mandato após inscrever-se noutro partido, mas garantiu que não renunciará por estar no final da legislatura, e que espera ainda presidir a sessão de tomada de posse ao Presidente da República reeleito em setembro.

“É verdade que a lei e o estatuto dos deputados são claros, que qualquer deputado que se filie num outro partido político, contrário do que se candidatou, perde mandato”, começou por admitir Abnildo D’Oliveira.

No entanto, o líder do parlamento sublinhou que “a perda de mandato tem mecanismo próprio” que deveria ser acionado por um grupo de deputados e passar pela comissão especializada, abertura do inquérito e culminar com votação no plenário, o que disse não ter acontecido.

Por outro lado, Abnildo D’Oliveira desconsiderou eventual cassação de mandato e assegurou que não se renunciará por restar apenas 45 dias para as eleições legislativas de 27 de setembro.

“Neste momento, a 45 dias das eleições o que é que se ganha, o que é que se perde com uma renúncia ou um novo presidente da Assembleia”, questionou o líder do parlamento são-tomense, acrescentando que não haverá mais sessões plenárias nesta legislatura, sendo que os trabalhos do parlamento serão assumidos pela comissão permanente da Assembleia Nacional.

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