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UNEAS realiza lançamento de dois livros em homenagem ao legado de São Deus Lima 

O lançamento duplo, intitulado “Dois livros. Uma mesma raiz”, inclui a obra “Quando os cães deixaram de falar e outras fábulas universais”, de São Deus Lima, e “Quando o micondó da casa florir no país”, uma publicação organizada pela escritora e investigadora Inocência Mata, que reúne textos de vários autores sobre a escrita de São Deus Lima.

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Redação Leve Leve
📅 17 de Setembro de 2026 ⏱ 2 min de leitura

O lançamento duplo, intitulado “Dois livros. Uma mesma raiz”, inclui a obra “Quando os cães deixaram de falar e outras fábulas universais”, de São Deus Lima, e “Quando o micondó da casa florir no país”, uma publicação organizada pela escritora e investigadora Inocência Mata, que reúne textos de vários autores sobre a escrita de São Deus Lima.

A União Nacional de Escritores e Artistas Santomenses (UNEAS) vai lançar dois livros em homenagem à memória de São Deus Lima, com o objetivo de dar a conhecer outras facetas da escritora e evidenciar a versatilidade da obra daquela que foi uma das grandes vozes da literatura e do jornalismo são-tomense, afirmou o presidente da organização, Rafael Branco.

“É mais uma homenagem à sua obra, à sua criatividade, à sua paixão por São Tomé e Príncipe, pela literatura, pela cultura e pelo bem-estar do povo são-tomense”, explicou Rafael Branco, presidente da UNEAS.

A atividade contará com momentos culturais, interpretações de poemas e música, num espaço que pretende enaltecer a memória daquela que foi uma das escritoras são-tomenses mais traduzidas.

O lançamento duplo, intitulado “Dois livros. Uma mesma raiz”, inclui a obra “Quando os cães deixaram de falar e outras fábulas universais”, de São Deus Lima, e “Quando o micondó da casa florir no país”, uma publicação organizada pela escritora e investigadora Inocência Mata, que reúne textos de vários autores sobre a escrita de São Deus Lima.

“Eu quero aproveitar esta ocasião para convidar os são-tomenses em geral, os amantes da cultura e da literatura, e das artes em particular, para estarem presentes, porque, volto a repetir, vai ser uma experiência enriquecedora para todos, para a mulher certamente, para os escritores certamente, e para todos os são-tomenses que apostam na preservação da nossa memória, da nossa cultura, como parte da nossa identidade. Um país que não tem memória é um país que tem a sua identidade em risco”, frisou.

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