“Nós precisamos dar aos cidadãos a segurança de que a justiça em nome do povo está a ser feita. […] Precisamos dar aquilo que chamamos de segurança jurídica aos estrangeiros, àqueles que investem o seu capital para atrair investimento privado”.
O movimento político Nossa Terra defendeu a reforma do setor bancário e o alargamento da base tributária em São Tomé e Príncipe, como forma de reduzir a informalidade, atrair investimento e criar mais postos de trabalho, apontou o presidente da força política, Abnildo D’Oliveira, que destacou igualmente a reforma da justiça como uma das prioridades para a próxima legislatura.
“Temos de abrir o país ao setor privado. A reforma no setor bancário é a nossa proposta. Facilidade em ter os benefícios fiscais aos investidores. […] Nossa Terra propõe a criação de zonas francas em São Tomé, Nossa Terra propõe a criação de bancos offshore e Nossa Terra propõe investimento de capital estrangeiro. Temos que assumir com coragem”, afirmou Abnildo D’Oliveira, em entrevista à RSTP.
O candidato defendeu igualmente a redução da informalidade da economia através do alargamento da base tributária, de modo a aumentar a arrecadação e criar condições para o investimento e, consequentemente, mais postos de trabalho.
A reforma da justiça constitui outra das prioridades apresentadas pelo movimento político, com Abnildo D’Oliveira a defender maior segurança jurídica para os cidadãos e investidores e uma revisão da legislação.
“Nós precisamos dar aos cidadãos a segurança de que a justiça em nome do povo está a ser feita. […] Precisamos dar aquilo que chamamos de segurança jurídica aos estrangeiros, àqueles que investem o seu capital para atrair investimento privado”, disse, acrescentando que o sistema de justiça deve ser reformado por constituir atualmente um obstáculo à atração de investimentos, sendo necessário rever a legislação e reforçar a responsabilização dos titulares de cargos públicos e dos magistrados.