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PM pede “responsabilidade institucional” após confusão na última sessão plenária da legislatura

Questionado sobre o envolvimento de deputados do partido Ação Democrática Independente (ADI), que Américo Ramos passou a liderar recentemente após decisão do Tribunal Constitucional, o primeiro-ministro admitiu que ainda não tem controlo do grupo parlamentar.

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Redação Leve Leve
📅 14 de Agosto de 2026 ⏱ 2 min de leitura

Questionado sobre o envolvimento de deputados do partido Ação Democrática Independente (ADI), que Américo Ramos passou a liderar recentemente após decisão do Tribunal Constitucional, o primeiro-ministro admitiu que ainda não tem controlo do grupo parlamentar.

O primeiro-ministro são-tomense apelou hoje à “responsabilidade institucional” dos deputados que bloquearam mais uma sessão plenária exigindo a destituição do presidente da instituição, Abnildo D’Oliveira denunciado por alegada pressão a juízes e violação do estatuto de deputados.

“Sendo o parlamento outro órgão de soberania, o que eu posso apelar é ao bom senso das pessoas para que coisas desse género não aconteçam. Tem de haver algum sentido de responsabilidade institucional e evitar querelas que possam desestabilizar o nosso país institucionalmente”, reagiu Américo Ramos, questionado pela RSTP.

Questionado sobre o envolvimento de deputados do partido Ação Democrática Independente (ADI), que Américo Ramos passou a liderar recentemente após decisão do Tribunal Constitucional, o primeiro-ministro admitiu que ainda não tem controlo do grupo parlamentar.

“Nós estamos numa fase de transição, os deputados estão na casa parlamentar e cabe-lhes tomar a decisão devida”, respondeu.

Um grupo de deputados da oposição são-tomense impediu hoje a realização da sessão plenária, exigindo a destituição do presidente do parlamento, Abnildo D’Oliveira, denunciado por alegada tentativa de pressão a juízes para libertar um cidadão chileno detido sob mandado da Interpol.

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