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PNUD e Governo promovem diálogo para implementação da Lei da Paridade em São Tomé e Príncipe

O prazo legal para a apresentação das listas de candidaturas termina a 13 de agosto, no âmbito das eleições legislativas, autárquicas e regionais marcadas para 27 de setembro.

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Redação Leve Leve
📅 07 de Agosto de 2026 ⏱ 2 min de leitura

O prazo legal para a apresentação das listas de candidaturas termina a 13 de agosto, no âmbito das eleições legislativas, autárquicas e regionais marcadas para 27 de setembro.

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e o Governo são-tomense promoveram um encontro de diálogo com homens e mulheres, no âmbito da campanha Paridade Já, para debater a implementação da Lei da Paridade, tendo em vista as eleições legislativas, autárquicas e regional de 27 de setembro.

“O número da representatividade parlamentar das mulheres é muito reduzido. É nesta ordem de ideias que temos de discutir e saber como iremos implementar esta lei”, afirmou a ministra da Justiça, Administração Pública e Direitos Humanos, Vera Cravid.

Aprovada e promulgada em 2022, a Lei da Paridade estabelece que cada sexo deve estar representado em, pelo menos, 40% das listas de candidatura aos órgãos eletivos, promovendo uma participação política mais equilibrada entre homens e mulheres.

“A Lei da Paridade não beneficia apenas as mulheres, também beneficia os homens”, sublinhou a ministra.

A iniciativa integra o Projeto de Assistência Eleitoral, financiado pelo Governo do Japão e implementado pelo PNUD em apoio às instituições nacionais, tendo como uma das prioridades o reforço da participação política inclusiva e da igualdade de género nos processos eleitorais em São Tomé e Príncipe.

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