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“Peço que façam uma casa para mim” – Idosa e o filho deficiente pedem apoio em Angra Toldo

A falta de serviços básicos na localidade agrava as dificuldades da família. Segundo Dionel, sempre que necessita de assistência médica é obrigado a deslocar-se até Angolares, muitas vezes a pé, por falta de transportes públicos e de recursos financeiros para suportar o custo da viagem.

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Redação Leve Leve
📅 28 de Julho de 2026 ⏱ 2 min de leitura

A falta de serviços básicos na localidade agrava as dificuldades da família. Segundo Dionel, sempre que necessita de assistência médica é obrigado a deslocar-se até Angolares, muitas vezes a pé, por falta de transportes públicos e de recursos financeiros para suportar o custo da viagem.

A idosa Maria Simão de 72 anos e o filho, Dionel Rosário, portador de deficiência numa perna, apelaram à reabilitação da residência, em Angra Toldo, que se encontra em avançado estado de degradação e coloca em risco a segurança da família, que sobrevive da reforma da idosa e da criação de algumas galinhas.

Sem emprego fixo e com rendimentos insuficientes para assegurar o sustento diário, a mãe e o filho que é deficiente numa perna, vivem da reforma da idosa, no valor de 1.200 dobras mensais, da criação de duas galinhas e de donativos ocasionais.

Dionel, afirmou que a habitação apresenta graves problemas estruturais e carece de condições mínimas de habitabilidade, constituindo um risco para ambos.

“Meu pai faleceu e deixou-me esta casa. A casa está a apodrecer. Vivo aqui apenas com a minha mãe”, disse Dionel Rosário.

O morador apelou igualmente ao apoio para obter uma nova muleta, por considerar que a atual já não lhe permite deslocar-se com segurança.

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