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Justiça condena Edney Silva e abre processos contra mais quatro ‘internautas’ por ofensa ao PR

Segundo o Ministério Público, Edney Silva ficou ainda obrigado a pedir “desculpas pelo acontecido publicamente na sua página oficial e na Televisão Santomense, ficando ainda proibido de “fazer Direto injuriando e difamando os dirigentes são-tomenses durante o período de dois anos”.

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Redação Leve Leve
📅 27 de Julho de 2026 ⏱ 2 min de leitura

Segundo o Ministério Público, Edney Silva ficou ainda obrigado a pedir “desculpas pelo acontecido publicamente na sua página oficial e na Televisão Santomense, ficando ainda proibido de “fazer Direto injuriando e difamando os dirigentes são-tomenses durante o período de dois anos”.

O Tribunal condenou o comentador e político Edney Silva por declarações difundidas nas redes sociais com ofensas ao Presidente da República, anunciou hoje o Ministério Público que abriu novos processos para investigar o mesmo crime alegadamente praticados por mais três ‘internautas’.

Segundo um comunicado do Ministério Pública divulgado nas redes sociais, a condenação ocorreu no dia 17 de julho, tendo sido aplicado a pena de um ano de prisão, que ficará suspensa por dois anos, “na condição do mesmo dar o ofendido Carlos Vila Nova uma satisfação moral adequada, retratando-se perante o mesmo e os seus familiares”.

O condenado é um são-tomense residente em França, que faz comentários habituais nas redes sociais, e tem visitado São Tomé desde o ano passado, sobretudo para participação nas atividades político partidárias.

Segundo o Ministério Público, Edney Silva ficou ainda obrigado a pedir “desculpas pelo acontecido publicamente na sua página oficial e na Televisão Santomense, ficando ainda proibido de “fazer Direto injuriando e difamando os dirigentes são-tomenses durante o período de dois anos”.

Numa outra publicação, o MP anunciou que ordenou a abertura de “instrução preparatória” contra três cidadãos, nomeadamente, Pascoa Lopes, vulgarmente conhecida por “Marcelina”, Fabíola Afonso e Elpicio Fernandes “Arcanjo Gabriel”, também residentes na diáspora, para averiguar declarações, também proferidas nas redes sociais, em que “foram utilizadas expressões ofensivas”, que qualificam o chefe de Estado como “um ditador, desgraçado”, bem como outros adjetivos pejorativos.

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