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Eleições’26: Sociedade civil são-tomense lamenta impossibilidade de observar processo eleitoral

Além do CIP-STP várias organizações da sociedade civil são-tomense participaram na capacitação, após a qual previam observar pela primeira vez as eleições no país, sustentando que, apesar de esta ação não estar prevista nas leis são-tomenses, tal deveria ser possível na base de normativos da União Africana a que o país também aderiu.

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Redação Leve Leve
📅 17 de Julho de 2026 ⏱ 2 min de leitura

Além do CIP-STP várias organizações da sociedade civil são-tomense participaram na capacitação, após a qual previam observar pela primeira vez as eleições no país, sustentando que, apesar de esta ação não estar prevista nas leis são-tomenses, tal deveria ser possível na base de normativos da União Africana a que o país também aderiu.

Organizações da sociedade civil são-tomense lamentaram hoje a impossibilidade de observarem pela primeira vez as eleições por falta de um acordo entre a Comissão Eleitoral Nacional (CEN) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 

A informação foi avançada em comunicado pelo Centro de Integridade Pública de São Tomé e Príncipe (CIP-STP), que anunciou que, “por motivos alheios” à organização, “a atividade de observação e cobertura das eleições presidenciais [do próximo domingo], para a qual os cinco delegados [da organização] foram convidados e capacitados, não poderá ser realizada”.

“Esta situação resulta de constrangimentos no processo de implementação da iniciativa, nomeadamente porque o Memorando de Entendimento entre a CEN e o PNUD ainda não foi assinado, impossibilitando o avanço das atividades previstas”, lê-se no comunicado.

“Lamentamos sinceramente esta situação e agradecemos a vossa disponibilidade, empenho e participação na capacitação. Esperamos poder contar convosco nas eleições legislativas previstas para setembro, caso estejam reunidas as condições necessárias para a implementação da missão”, acrescenta o CIP-STP.

Além do CIP-STP várias organizações da sociedade civil são-tomense participaram na capacitação, após a qual previam observar pela primeira vez as eleições no país, sustentando que, apesar de esta ação não estar prevista nas leis são-tomenses, tal deveria ser possível na base de normativos da União Africana a que o país também aderiu.

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