Nacional

Vila Nova apela à paz e tolerância no último discurso como PR no da Dia Independência de STP

Carlos Vila Nova destacou a independência nacional como “a conquista maior de São Tomé e Príncipe e dos são-tomenses” e defendeu que é preciso render o tributo aos homens e mulheres “que tiveram a ousadia e a coragem de sonhar uma pátria, de lutar por este sonho e de o tornar realidade a 12 de julho de 1975”.

RL
Redação Leve Leve
📅 13 de Julho de 2026 ⏱ 2 min de leitura

Carlos Vila Nova destacou a independência nacional como “a conquista maior de São Tomé e Príncipe e dos são-tomenses” e defendeu que é preciso render o tributo aos homens e mulheres “que tiveram a ousadia e a coragem de sonhar uma pátria, de lutar por este sonho e de o tornar realidade a 12 de julho de 1975”.

O Presidente da República Carlos Vila Nova, que fez o último discurso como chefe de Estado, nas celebrações de 12 de julho, apelou à paz e tolerância nacional, contra o medo, a intimidação e o ódio, no discurso na celebração dos 51 anos da Independência nacional, assinalado em 12 de julho, quando falta uma semana para as eleições presidenciais.

“São Tomé e Príncipe é pequeno demais para o ódio. É pequeno demais para a divisão. (…) Somos todos chamados a fazer diariamente o exercício da tolerância”, sublinhou Carlos Vila Nova nas cerimónias em que se assinalou o 51.º aniversário da independência de São Tomé e Príncipe e que este ano acontece em plena campanha eleitoral.

“Cada cidadão tem o direito de apoiar o candidato da sua preferência. Esse é um direito sagrado, conquistado com muito esforço e que deve ser exercido livremente, sem medo, sem intimidação e sem qualquer forma de pressão”, defendeu o recandidato presidencial, que desta vez não conta com o apoio oficial da Ação Democrática Independente (ADI), mas de uma espécie de ‘consórcio’ da oposição.

Carlos Vila Nova destacou a independência nacional como “a conquista maior de São Tomé e Príncipe e dos são-tomenses” e defendeu que é preciso render o tributo aos homens e mulheres “que tiveram a ousadia e a coragem de sonhar uma pátria, de lutar por este sonho e de o tornar realidade a 12 de julho de 1975”.

“A independência não caiu do céu. Foi conquistada. E Por isso merece o nosso respeito permanente”, sublinhou.

Artigos Relacionados