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INPG alerta para défice de representação feminina na liderança das instituições em São Tomé e Príncipe

De recordar que a implementação da lei da paridade, na vertente eleitoral, deverá ocorrer pela primeira vez nas eleições previstas para setembro deste ano, um momento considerado decisivo pelas autoridades.

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Redação Leve Leve
📅 02 de Maio de 2026 ⏱ 2 min de leitura

De recordar que a implementação da lei da paridade, na vertente eleitoral, deverá ocorrer pela primeira vez nas eleições previstas para setembro deste ano, um momento considerado decisivo pelas autoridades.

Os dados do Instituto Nacional para a Promoção da Igualdade e Equidade de Género (INPG) indicam que “existe um défice de representação feminina” na liderança das instituições em São Tomé e Príncipe, apesar da aprovação da lei da paridade em 2022.

Segundo a diretora-executiva do INPG, Jailça Lima, embora haja avanços, estes ainda não se refletem de forma consistente nos órgãos de decisão, apesar da lei da paridade, estabelecer o mínimo de 40% de representação feminina nos cargos de decisão.

Jailça Lima, sublinhou que das 24 instituições públicas, incluindo empresas e institutos, “existentes apenas três mulheres que estão a dirigir estas instituições”.“Nos cargos técnicos existem muitas mulheres. O que nós estamos a trabalhar é para que exista também esta representação nos cargos de decisão”, afirmou Jailça Lima. 

Ao longo de décadas, o país tem ratificado diversos instrumentos internacionais e aprovado legislação e estratégias nacionais com vista à promoção da igualdade de género. 

No entanto, progressos alcançados têm sido considerados pouco expressivos face aos objetivos traçados.

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