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Governo assina empréstimo complementar de 18 milhões de dólares para construir hospital de referência

O Governo são-tomense assinou um acordo de empréstimo de 18 milhões de dólares com o Banco Árabe para o Desenvolvimento Económico em África (BADEA) para completar o financiamento do hospital de referência avaliado em cerca de 37 milhões de dólares, anunciou o executivo.

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Redação Leve Leve
📅 19 de Abril de 2026 ⏱ 2 min de leitura

O Governo são-tomense assinou um acordo de empréstimo de 18 milhões de dólares com o Banco Árabe para o Desenvolvimento Económico em África (BADEA) para completar o financiamento do hospital de referência avaliado em cerca de 37 milhões de dólares, anunciou o executivo.

Numa nota enviada à RSTP, o Ministério da Economia e Finanças refere que o acordo, no valor de cerca de 15,26 milhões de euros, foi assinado na terça-feira, em Washington, pelo ministro da tutela, Gareth Guadalupe e o presidente do BADEA Abdullah Almusaubeeh, à margem dos encontros de primavera do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial.

“Com esta assinatura, o Governo garante a totalidade dos recursos para um projeto estruturante para o sistema de saúde do país”, sublinha o ministério das Finanças.

Segundo a nota, o ministro da Economia e Finanças, Gareth Guadalupe destacou que, “com o financiamento agora integralmente assegurado, estão reunidas as condições para acelerar a implementação do projeto” e sublinhou que o Governo já havia iniciado, desde novembro do ano passado, obras preliminares essenciais, nomeadamente “a instalação de um sistema de abastecimento de água dedicado ao futuro hospital, integralmente financiado por fundos do tesouro público”.

O Ministério das Finanças recorda que o novo contrato de financiamento com o Kuwait Found já havia sido assinado em São Tomé, no ano passado, entre o ministro das Finanças e o representante daquela instituição, e o Governo submeteu desde setembro de 2025 o acordo de empréstimo à Assembleia Nacional, com vista à obtenção da autorização legal necessária para a sua assinatura.

Contudo, refere o Ministério, “a aprovação parlamentar apenas viria a ocorrer já no presente ano, o que condicionou o avanço do projeto”, e “impediu o início formal das obras por parte dos financiadores”.

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