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CPLP lança repositório científico e integra São Tomé e Príncipe na plataforma de acesso aberto

A plataforma é desenvolvida em parceria com a Fundação para a Ciência e a Tecnologia, a Universidade do Minho e o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, no quadro do plano estratégico da CPLP para o período 2022-2026.

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Redação Leve Leve
📅 01 de Abril de 2026 ⏱ 2 min de leitura

A plataforma é desenvolvida em parceria com a Fundação para a Ciência e a Tecnologia, a Universidade do Minho e o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, no quadro do plano estratégico da CPLP para o período 2022-2026.

A Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) lançou o Repositório Comum dos Estados-membros e o Repositório Científico de São Tomé e Príncipe, com o objetivo de promover um ambiente aberto ao conhecimento científico no espaço lusófono, numa plataforma internacional que agrega mais de 2,5 milhões de documentos científicos.

De acordo com informações avançadas no site da CPLP, a sessão de abertura contou com a participação do diretor-geral da CPLP, Miguel Monteiro, em representação da secretária executiva, Maria de Fátima Jardim, o qual destacou o repositório como um “projeto bandeira” da organização, sublinhando o seu papel na promoção de um acesso aberto, inclusivo e universal à produção científica.

Segundo o responsável, a integração de São Tomé e Príncipe “reforça a dimensão comunitária da plataforma, permitindo não só a interligação de repositórios nacionais já existentes, mas também o apoio a países que ainda não dispõem dessas infraestruturas”.

Já o encarregado de negócios da missão permanente de Timor-Leste junto da CPLP, Aviano Faria, que interveio em representação da presidência em exercício da organização, considerou que “a adesão são-tomense simboliza uma comunidade que aposta no conhecimento, na cooperação e no desenvolvimento sustentável“.

O diretor do Ensino Superior e Ciência de São Tomé e Príncipe, Ilvécio Ramos, afirmou que “o lançamento do repositório nacional inaugura uma nova etapa para o setor científico do país, permitindo uma melhor organização, preservação e valorização da produção académica”.

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