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“Obrigado Pai” é o novo single do Músico e Empresário são-tomense Mesaro Soares

O músico e empresário são-tomense Mesaro Soares lançou um novo single intitulado “Obrigado Pai”, em homenagem ao seu pai que morreu há seis semanas, e à sua família, amigos e seguidores “pelo apoio incondicional” a sua carreira artística e empresarial que lhe mereceu uma homenagem com o prémio AFRODESCENDENTES ZURICH 2022.

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Redação Leve Leve
📅 30 de Março de 2026 ⏱ 2 min de leitura

O músico e empresário são-tomense Mesaro Soares lançou um novo single intitulado “Obrigado Pai”, em homenagem ao seu pai que morreu há seis semanas, e à sua família, amigos e seguidores “pelo apoio incondicional” a sua carreira artística e empresarial que lhe mereceu uma homenagem com o prémio AFRODESCENDENTES ZURICH 2022.

“Esta música tem um duplo sentido. Muitas pessoas não sabem, porque muitas pessoas olham para o Mesaro empreendedor, músico, empresário, etc, e não veem o lado religioso […] então, com a morte do meu pai, eu quis juntar a música e a fé que eram duas coisas que ele tinha muito, e saiu esse gospel ´Obrigado Pai´ que eu agradeço ao pai celestial pelas coisas positivas e negativas que têm acontecido na minha vida, e agradeço ao meu pai também por me mostrar o caminho certo e a direção certa”, disse Mesaro em declarações à RSTP.

O músico são-tomense que pretendia para este ano lançar mais um single de natal, ressaltou que já não será mais possível, devido ao desaparecimento físico do seu pai, mas prometeu lançar a nova música com mensagem de superação, no dia do seu aniversário, no próximo ano.

Na semana passada, Mesaro Soares foi homenageado na segunda edição da gala AFRODESCENDENTES ZURICH 2022 que decorreu em Zurique, Suíça, e dedicou o prémio ao seu pai e a direção geral da cultura de São Tomé e Príncipe.

“O prémio vem com base no Mesaro artista, músico e produtor e eu achei por bem, e nós artistas a responsabilidade de passar essa mensagem positiva aos mais novos, não vale a pena perguntar o quê que o país pode fazer por nós, ou o que nós podemos fazer pelo nosso país, ao invés de pensarmos que o país ou a cultura tem que sempre motivar a nós, nós também podemos fazer o inverso, e trazer um prémio para casa e deixá-lo no Ministério da Cultura”, explicou o músico.

Mesaro considerou que este gesto “também estimula de alguma forma o desenvolvimento futuro em relação a como será distribuído o orçamento geral do estado para a cultura”.

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