O resultado coloca São Tomé e Príncipe numa posição muito difícil para a segunda mão, onde terá de recuperar três golos de desvantagem. A necessidade de disputar os jogos internacionais em Marrocos voltou a reacender o debate sobre a urgência da modernização das infraestruturas desportivas santomenses.
As instalações do Estádio Nacional 12 de Julho não cumprem os requisitos mínimos da Confederação Africana de Futebol para a realização de encontros de qualificação, situação que priva a selecção da vantagem de jogar em casa e representa um obstáculo recorrente ao desenvolvimento do futebol nacional.
O seleccionador nacional destacou alguns aspectos positivos da exibição da equipa, nomeadamente a organização defensiva durante a primeira parte e a combatividade demonstrada mesmo depois de o resultado ter ficado comprometido. Sublinhou também a importância dos jovens jogadores que se têm afirmado tanto no campeonato local como em ligas estrangeiras.
A Federação Santomense de Futebol aproveitou a ocasião para apresentar as linhas gerais do plano de desenvolvimento do futebol nacional para os próximos quatro anos, que inclui investimentos na formação de jovens talentos, na melhoria das condições de treino e no apoio financeiro aos clubes do campeonato nacional.