O arquipélago de São Tomé e Príncipe é considerado um hotspot de biodiversidade global, com um elevado número de espécies endémicas ameaçadas pela degradação dos habitats e pelas alterações climáticas. A delegação santomense apelou a um maior financiamento internacional para a conservação destes recursos únicos.
Na cimeira foi discutido o acesso de pequenos Estados insulares aos fundos climáticos globais, um tema em que STP tem lutado por uma representação mais justa, dado que os países que menos contribuem para as emissões globais são frequentemente os mais afectados pelas suas consequências.
Portugal comprometeu-se a apoiar São Tomé e Príncipe no acesso a fundos europeus para adaptação climática, numa declaração que foi bem recebida pela delegação santomense.