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Enfermeiros de STP reclamam falta de condições de trabalho e exigem melhorias

“Nós fazemos aquilo que devemos e temos de fazer. Muita gente fala mal de nós, mas damos o máximo. […] Nós lutamos e conseguimos salvar muitas vidas”.

RL
Redação Leve Leve
📅 13 de Maio de 2026 ⏱ 2 min de leitura

“Nós fazemos aquilo que devemos e temos de fazer. Muita gente fala mal de nós, mas damos o máximo. […] Nós lutamos e conseguimos salvar muitas vidas”.

Os enfermeiros de São Tomé e Príncipe reclamaram a falta de condições de trabalho e escassez de medicamentos no hospital, reforçando que “têm lutado bastante para salvar vidas”, mesmo sem o devido reconhecimento.

“Nós, os enfermeiros de São Tomé e Príncipe, salvamos vidas com a faca e o queijo na mão, mas sem condições. Lutamos bastante, damos a nossa vida, damos o nosso máximo, mesmo sem sermos reconhecidos”, frisou a enfermeira Elca da Cruz, que exerce a profissão há mais de dez anos.

A enfermeira, que falava no âmbito das celebrações do Dia Internacional do Enfermeiro, aproveitou a ocasião para ressaltar o empenho da classe, que “se tem dedicado diariamente a salvar vidas”, apesar da escassez de condições.

“Se tivermos melhorias, com a obtenção de consumíveis e medicamentos, muitas pessoas poderão ser salvas. […] Nesta fase estamos a enfrentar o desafio de não haver praticamente nada nos nossos hospitais. […] Não temos materiais para trabalhar. O nosso desafio é salvar doentes, e estamos a salvar inventando”, sublinhou.

O acto central das celebrações do Dia Internacional do Enfermeiro teve lugar na Ilha do Príncipe.

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