O partido destacou ainda a atuação de Carlos Vila Nova, recordando a decisão de demitir o Governo de Patrice Trovoada, considerando que essa medida permitiu pôr termo a investidas que, segundo o partido, estavam a ser levadas a cabo contra o PCD.
O Partido de Convergência Democrática (PCD) manifestou apoio à recandidatura de Carlos Vila Nova à Presidência da República, justificando que o candidato reúne as condições para “defender a democracia”, bem como a coragem para “enfrentar os desígnios de malfeitores” e dos promotores da discórdia e da criminalidade.
A declaração foi feita esta segunda-feira, na qual o presidente do partido destacou sete pontos considerados essenciais e as competências indispensáveis que um Presidente da República deve possuir.
João Bonfim afirmou que o candidato deve “dar evidência de estabilidade emocional, uma qualidade que a experiência adquirida ao longo do exercício de funções políticas e os contactos estabelecidos a nível internacional ajudam a consolidar”.
O líder do partido referiu que, face aos acontecimentos vividos no país, o próximo ato eleitoral traduz-se “numa disposta num dos lados que conjuga força antipatrióricas e antidemocráticos” promovendo o “ódio, a vingança, o autoritarismo e o enfraquecimento das instituições”.
“Trata-se, por isso, de uma responsabilidade dos partidos democráticos, como o PCD, agir de forma a impedir que o país se submeta aos desígnios de tais malfeitores. Torna-se imperioso que, no próximo ato eleitoral, se proceda à derrota dos representantes da discórdia, da violência e da criminalidade”, disse João Bonfim.