Estimativas do Banco Central de STP apontam para que as remessas da diáspora representem uma percentagem crescente do rendimento disponível das famílias santomenses, especialmente nas zonas rurais, onde o mercado de trabalho local oferece menos oportunidades.
Associações de santomenses em Portugal têm vindo a organizar-se para criar pontes entre a diáspora e as instituições em STP, promovendo iniciativas de investimento, transferência de conhecimento e apoio ao desenvolvimento das comunidades de origem.
O Governo de São Tomé e Príncipe tem reconhecido o papel da diáspora como parceira estratégica no desenvolvimento nacional e estudado medidas para facilitar a canalização das poupanças dos emigrantes para investimento produtivo nas ilhas.