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Deputado do MLSTP pede medidas contra RDP África que acusa de denegrir imagem de STP e as autoridades

Conceição Moreno defendeu que o Estado são-tomense deve tomar medidas contra a atuação dos jornalistas e a Rádio RTP África (RDP), afirmando que a estação portuguesa não dá o mesmo tratamento às notícias de Angola, Moçambique ou Cabo Verde.

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Redação Leve Leve
📅 09 de Abril de 2026 ⏱ 2 min de leitura

Conceição Moreno defendeu que o Estado são-tomense deve tomar medidas contra a atuação dos jornalistas e a Rádio RTP África (RDP), afirmando que a estação portuguesa não dá o mesmo tratamento às notícias de Angola, Moçambique ou Cabo Verde.

O deputado e vice-presidente do MLSTP, líder da oposição, acusou a RDP África (agora Rádio RTP África) de promover uma agenda para denegrir a imagem de órgãos de soberania, numa crítica que se alinhou com o presidente da Assembleia que chamou dois jornalistas da estação portuguesa de “militantes acérrimos” da ADI.

A crítica foi lançada pelo deputado e vice-presidente do Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe (MLSTP), Conceição Moreno, contra o que considerou de “desrespeito pelas autoridades nacionais”, nomeadamente o Presidente da República, presidente da Assembleia Nacional, o primeiro-ministro, bem como a “banalização da função de deputação por parte dos cidadãos e de alguns atores de comunicação social”.

“A RDP não pode ser uma rádio que neste momento que está a aproximar as eleições, há comentadores que surgem só na época de eleições, há uns jornalistas da RDP África que fazem seleção de notícias, envenenam as informações sobre o país”, criticou o deputado, na sessão plenária de quarta-feira.

Conceição Moreno defendeu que o Estado são-tomense deve tomar medidas contra a atuação dos jornalistas e a Rádio RTP África (RDP), afirmando que a estação portuguesa não dá o mesmo tratamento às notícias de Angola, Moçambique ou Cabo Verde.

“Na Guiné-Bissau quando aconteceu o [ex]Presidente Sissoco [Embalo] tomou medidas […] e nós em São Tomé estamos a admitir que usem um canal de Rádio Internacional para manchar o nome do país […] autoridades têm que tomar medidas”, defendeu.

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