Após o congresso de hoje, Américo Ramos disse que tem todas as condições para ser reconhecido pelo TC como novo presidente da ADI e prometeu mudanças na ADI, sobretudo para tornar o partido “mais inclusivo e mais democrático”.
O primeiro-ministro Américo Ramos declarou-se hoje novo líder da Ação Democrática Independente (ADI) e prometeu mudanças, após um congresso contestado pela direção do partido liderado pelo ex-primeiro-ministro Patrice Trovoada.
“Tendo havido já uma decisão do Tribunal Constitucional através do acórdão, era necessário fazer um congresso dentro do prazo estipulado […] não tendo sido feito [pela direção do partido], decidimos, a maioria de militantes e delegados aos congressos, e conselheiros do Conselho Nacional reunimo-nos aqui para realizar”, disse Américo Ramos.
O declarado V Congresso Extraordinário da ADI foi realizado à margem da direção do partido liderado por Patrice Trovoada.
“Eu desde a primeira hora manifestei, desde novembro, [do ano passado] como candidato à liderança do partido por isso é que o fizemos e eu venci porque era a única lista”, declarou.
Na sexta-feira a direção da ADI, liderada por Patrice Trovoada pediu ao Tribunal Constitucional que proíba o primeiro-ministro são-tomense, Américo Ramos, e os seus apoiantes de realizar reuniões com militantes do partido.