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ADI apresenta queixa-crime contra o PM Américo Ramos, ministros e deputados dissidentes

Para a ADI, nos últimos 18 meses em que o atual executivo está em funções, registaram-se os “maiores atropelos em matéria de respeito pela lei, a começar pela Constituição, pelo regular funcionamento das instituições democráticas e pelos mais pequenos princípios éticos e morais que devem sustentar a vida em sociedade, num silêncio assustador do resto da classe política nacional”.

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Redação Leve Leve
📅 28 de Maio de 2026 ⏱ 2 min de leitura

Para a ADI, nos últimos 18 meses em que o atual executivo está em funções, registaram-se os “maiores atropelos em matéria de respeito pela lei, a começar pela Constituição, pelo regular funcionamento das instituições democráticas e pelos mais pequenos princípios éticos e morais que devem sustentar a vida em sociedade, num silêncio assustador do resto da classe política nacional”.

A Ação Democrática Independente (ADI) apresentou uma queixa-crime contra o primeiro-ministro Américo Ramos, membros do Governo e deputados, acusando-os de realizar reuniões com nome e símbolo do partido sem autorização da direção liderada por Patrice Trovoada.

“Temos notado, com surpresa e, sobretudo, preocupação, como de forma insistente e abusiva um grupo de pessoas, composto, entre outras, pelo atual primeiro-ministro, têm utilizado o nome do ADI e os símbolos do nosso partido nas redes sociais e na convocação de reuniões supostamente com militantes e responsáveis do ADI, chegando mesmo a utilizar estas imagens em apoio à campanha do candidato Carlos Vila Nova”, declarou a vice-presidente da ADI, Celmira Sacramento, em conferência de imprensa.

Segundo Celmira Sacramento, além do primeiro-ministro, Américo Ramos, que é candidato à presidência da ADI e reclama a realização urgente do congresso eletivo, a queixa-crime, apresentada na quarta-feira 27, visa também os ministros Nelson Cardoso e Nilton Garrido, os deputados dissidentes da ADI Orlando da Mata e Vasth Santos, bem como o atual diretor da Empresa de Água e Eletricidade Posik Santos.

A vice-presidente da ADI realçou que “esses elementos foram alvo, por parte da maioria dos membros do Conselho Nacional” da ADI, “de uma petição reclamando a sua expulsão das fileiras do partido”, estando esse pedido sob análise da direção.

“Denunciamos, com toda a nossa energia, essas manobras que fazem parte de um plano orquestrado pelos atuais detentores do poder político, nomeadamente pela equipa do Governo da iniciativa presidencial, com vista a induzir os cidadãos eleitores em erro, criar confusão no seio da militância do ADI e perturbar as eleições que se avizinham”, sublinhou Celmira Sacramento.

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