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Eleições’26: Apenas Carlos Vila Nova assina o ‘pacto de não agressão’ proposto pela Comissão Eleitoral à todos os cadidatos

O Presidente da República, que concorre à reeleição, foi o único a assinar hoje um “pacto de não agressão” proposto pela Comissão Eleitoral Nacional (CEN) à todos os candidatos para reforçar o clima de paz e não violência durante o processo eleitoral.

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Redação Leve Leve
📅 03 de Julho de 2026 ⏱ 2 min de leitura

O Presidente da República, que concorre à reeleição, foi o único a assinar hoje um “pacto de não agressão” proposto pela Comissão Eleitoral Nacional (CEN) à todos os candidatos para reforçar o clima de paz e não violência durante o processo eleitoral.

“O pacto que hoje assinamos, não é um mero documento formal. É um compromisso solene que cada um de nós assume perante a nação de que independentemente dos resultados eleitorais, jamais permitiremos que as nossas diferenças políticas se degenerem em conflitos que coloquem em causa a paz social e a unidade do nosso povo”, disse o presidente da CEN, Jeudiger Nascimento.

Segundo o presidente da CEN todos os quatro candidatos foram convidados e haviam aceitado assinar o documento, mas nas últimas horas informaram que já não o fariam, tendo alguns justificado que a assinatura era uma formalidade cujas responsabilidades estão definidas na Lei 5/2014, nomeadamente o Código de Conduta e Ética Eleitoral.

Jeudiger Nascimento disse compreender e não fazer juízo de valor sobre a posição de candidatos, mas sublinhou que a assinatura do pacto tem o valor simbólico perante os eleitores e a sociedade no sentido de se evitar excessos, sobretudo durante a campanha eleitoral que começa à meia-noite de sábado.

“É um compromisso de que as divergências entre os candidatos serão travadas no campo das ideias e dos programas, nunca no campo da agressão verbal, da difamação ou, pior ainda, da violência física”, sublinhou o presidente da CEN.

Jeudiger Nascimento exortou todos os candidatos, partidos e os seus apoiantes, “a conterem os seus ânimos, rejeitarem as provocações”, evitarem difamações e combaterem a desinformação.

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