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Eleições`26: Ex-PM Jorge Bom Jesus desiste da candidatura às presidenciais

Há uma semana, o ex-primeiro-ministro são-tomense Jorge Bom Jesus reafirmou que era candidato às eleições presidenciais 19 de julho, desmentindo o seu partido, que havia anunciado a sua desistência, declarando apoio à recandidatura do atual Presidente, Carlos Vila Nova.

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Redação Leve Leve
📅 29 de Junho de 2026 ⏱ 2 min de leitura

Há uma semana, o ex-primeiro-ministro são-tomense Jorge Bom Jesus reafirmou que era candidato às eleições presidenciais 19 de julho, desmentindo o seu partido, que havia anunciado a sua desistência, declarando apoio à recandidatura do atual Presidente, Carlos Vila Nova.

O ex-primeiro-ministro são-tomense Jorge Bom Jesus desistiu da candidatura às eleições presidenciais de 19 de julho, alegando uma “avalanche de inverdades criminosas” e clima de “divisão e crispação política” na declaração que entregou ao Tribunal Constitucional.

“Esta decisão foi tomada após profunda reflexão e ponderação responsável sobre as circunstâncias políticas atuais, sendo motivada por razões de natureza pessoal e pela firme convicção de que, diante de toda a avalanche de inverdades criminosas que têm sido difundidas e do clima de desconfiança que se instalou no país, a defesa do meu bom nome e da minha honra e a salvaguarda da integridade física e moral da minha família e de todos os meus apoiantes, devem prevalecer sobre quaisquer outras aspirações por mais legítimas que sejam”, lê-se na declaração.

Bom Jesus refere que ao aceitar o desafio de apresentar a candidatura foi “movido pelo sincero propósito de servir o povo santomense, contribuir para o fortalecimento das instituições democráticas e promover um projeto de esperança, estabilidade, progresso e unidade nacional”.

“Todavia, considerando as atuais circunstâncias e o contexto político em que vivemos, caracterizado, sobretudo, por uma divisão e crispação política sem precedentes que tende a agravar-se, e a necessidade de colocar acima de tudo, a coesão nacional e a serenidade do processo eleitoral, entendo que a decisão mais responsável e patriótica é a retirada da minha candidatura como forma de contribuir para o apaziguamento da situação e para a concórdia nacional”, declarou.

Na declaração, reconhece que a desistência acontece “fora do prazo estabelecido” na lei eleitoral que prevê admissão de desistência “até 24 horas antes da data de abertura do sorteio para  a ordem de posição de cada candidatura ou candidato no boletim de voto”.

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