A independência de Moçambique foi proclamada pelo primeiro Presidente do país, Samora Machel, nas primeiras horas de 25 de junho de 1975, após uma luta contra o regime colonial português que começou em 25 de setembro de 1964.
O Presidente moçambicano, Daniel Chapo, defendeu hoje o combate firme à corrupção e ao extremismo violento como condição para a independência económica e o desenvolvimento de Moçambique, no âmbito das comemorações dos 51 anos da independência.
“A independência económica também exige ética e integridade pública, bem como responsabilidade coletiva, precisamos por isso de combater com firmeza todos os males que enfraquecem o Estado e atrasam o desenvolvimento nacional, nomeadamente a corrupção, que corrói a confiança”, disse, em Maputo, Daniel Chapo, durante celebrações do Dia da Independência de Moçambique citado pela Lusa.
O chefe de Estado enalteceu o esforço das Forças de Defesa e Segurança no combate ao extremismo violento, que afeta a província de Cabo Delgado, no norte de Moçambique, desde 2017, destacando ainda o papel da unidade nacional e a paz para o desenvolvimento nacional.
“Assim, apelamos a todos os moçambicanos para que façam da honestidade, integridade, patriotismo, competência e da responsabilidade valores inegociáveis da nossa vida nacional”, acrescentou Chapo.
O Presidente moçambicano defendeu também o combate, sobretudo do desvio e mau uso de recursos públicos que roubam a oportunidades ao povo e a “indiferença perante o sofrimento coletivo que enfraquece a nação”, referindo ainda que nenhuma nação se torna “verdadeiramente soberana, independente e livre” se depender eternamente da renda, riqueza e apoio produzidos por outras nações.