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Eleições`26: Nito d’Abreu apresenta “Projeto para STP” e assume-se como “figura de nova visão”

Viegas d’Abreu, que é também líder parlamentar da ADI, assumiu igualmente que irá entregar ao Tribunal Constitucional a declaração integral de todo o seu património antes do exercício das funções presidenciais e no final do mandato.

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Redação Leve Leve
📅 06 de Junho de 2026 ⏱ 2 min de leitura

Viegas d’Abreu, que é também líder parlamentar da ADI, assumiu igualmente que irá entregar ao Tribunal Constitucional a declaração integral de todo o seu património antes do exercício das funções presidenciais e no final do mandato.

O pré-candidato à Presidência da República, Nito d’Abreu, apresentou hoje o “Projeto para São Tomé e Príncipe”, baseado em cinco pilares, sublinhando que o país “necessita de uma nova visão de Estado”, para a transformação nacional, baseada numa cultura “de mérito, responsabilidade, transparência e serviço público”.

Ao longo do seu discurso, proferido perante centenas de pessoas, Nito apresentou o “Projeto para São Tomé e Príncipe”, fundamentado em cinco pontos que definem o modelo de sociedade são-tomense sendo: a reconstrução institucional, moral e ética do Estado; a emancipação da juventude e a valorização do capital humano; a modernização económica e a soberania produtiva; a construção de uma sociedade de bem-estar e dignidade humana; e, por fim, a afirmação internacional de São Tomé e Príncipe.

“Esta candidatura propõe, em suma, não apenas uma alternância política, mas uma verdadeira transformação nacional, fundada numa nova relação entre o Estado e os cidadãos, numa cultura de mérito, responsabilidade, transparência e serviço público”, disse Nito, reforçando que o século XXI deve ser o século da reconstrução nacional, da emancipação da juventude e da afirmação de São Tomé e Príncipe como uma república moderna, estável, democrática e reconciliada com o futuro.

A cerimónia de apresentação do projeto do pré-candidato contou com momentos de testemunhos de militantes e do presidente do partido Ação Democrática Independente (ADI), Patrice Trovoada.

“O Presidente da República do século XXI não pode ser uma figura passiva e meramente protocolar. Deve constituir-se como um agente ativo da mobilização nacional, defensor firme da Constituição, da justiça, da transparência e da dignidade do Estado”, afirmou Nito rodeado da sua Comissão de Honra composta por cerca de vinte e uma pessoas.

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