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Primeiro-ministro quer a juventude no centro das políticas ambientais em STP

A ministra do Ambiente, Nilda da Mata realçou que o Parque Natural Obô foi considerado a 32ª área protegida mais importante para a conservação de mamíferos, aves e anfíbios e a 17ª se quando considera apenas espécies ameaçadas.

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Redação Leve Leve
📅 23 de Maio de 2026 ⏱ 2 min de leitura

A ministra do Ambiente, Nilda da Mata realçou que o Parque Natural Obô foi considerado a 32ª área protegida mais importante para a conservação de mamíferos, aves e anfíbios e a 17ª se quando considera apenas espécies ameaçadas.

O primeiro-ministro Américo Ramos defendeu hoje que a juventude são-tomense deve ser colocada no centro das políticas ambientais e prometeu reforçar as políticas públicas para a conservação da biodiversidade e o desenvolvimento sustentável, resiliente e inclusivo.

“Precisamos de jovens preparados, conscientes, inovadores e comprometidos com o futuro do país, pelo que é necessário criar oportunidades para que os jovens participem ativamente na investigação científica, na monitorização ambiental, na educação ecológica, no empreendedorismo verde e nas soluções de adaptação às alterações climáticas”, declarou Américo Ramos.

O chefe do Governo são-tomense falava durante um evento, na sexta-feira, em alusão ao dia mundial da biodiversidade, que reuniu crianças, jovens e representantes de instituições públicas, parceiros internacionais e sociedade civil.

“O nosso país possui uma riqueza biológica extraordinária. Somos reconhecidos internacionalmente como um dos ‘hotspots’ de biodiversidades mais relevantes do mundo. Esta singularidade resulta da combinação rara entre isolamento insular, a diversidade de ecossistemas e a elevada taxa de endemismo das nossas espécies terrestres e marinas”, apontou o primeiro-ministro são-tomense.

Américo Ramos sublinhou ainda que a declaração, no ano passado, de São Tomé e Príncipe como o primeiro país no mundo cujo todo o território é considerado reserva mundial da biosfera da Unesco, é “uma responsabilidade de reforçar políticas públicas que conciliem crescimento económico, justiça social e sustentabilidade ambiental”.

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