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Donald Trump conclui visita à China com otimismo nas relações entre os dois países

Numa cimeira marcada pelo protocolo e elogios, Xi Jinping advertiu Donald Trump de que as diferenças em torno de Taiwan, ilha autogovernada reclamada por Pequim como parte do seu território, poderiam levar os Estados Unidos e a China a choques ou conflitos.

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Redação Leve Leve
📅 15 de Maio de 2026 ⏱ 2 min de leitura

Numa cimeira marcada pelo protocolo e elogios, Xi Jinping advertiu Donald Trump de que as diferenças em torno de Taiwan, ilha autogovernada reclamada por Pequim como parte do seu território, poderiam levar os Estados Unidos e a China a choques ou conflitos.

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, concluiu esta sexta-feira a visita oficial à China, insistindo que as relações entre as duas maiores potências mundiais “são boas e estão a melhorar”, apesar de divergências profundas.

Segundo informações avançadas pela SIC Notícias, Trump iniciou o último dia em Pequim com uma mensagem nas redes sociais, afirmando que o líder chinês, Xi Jinping, “me felicitou por tantos sucessos extraordinários” e que, quando se referiu aos Estados Unidos como “talvez uma nação em declínio”, estava a falar apenas do antecessor, Joe Biden.

Xi recebeu Trump na residência oficial de Zhongnanhai, onde ambos passearam pelos jardins com árvores centenárias e rosas chinesas, antes de se reunirem num pavilhão ornamentado para conversas acompanhadas de chá. Estava ainda previsto um almoço de trabalho antes da partida de Trump para Washington.

“Foram realmente dois dias excelentes”, disse Trump aos jornalistas, sentado ao lado de Xi.

Apesar do tom otimista, os encontros revelaram tensões persistentes. Pequim mostrou pouco interesse público em envolver-se mais na resolução do conflito com o Irão, embora Trump tenha garantido que Xi se ofereceu para ajudar.

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