O homem havia disso detido na posse de um passaporte diplomático são-tomense com título de conselheiro especial do Presidente da República Carlos Vila Nova, mas a Presidência são-tomense esclareceu que, a data da detenção o mesmo já tinha sido exonerado.
O sueco, ex-conselheiro especial do Presidente da República, foi extraditado para a Suécia, após detenção, em São Tomé, por crimes graves, incluindo violação sexual grave, detenção e uso de armas proibidas, anunciou a Procuradoria Geral da República (PGR).
Segundo um comunicado da PGR divulgado no Facebook, o cidadão sueco identificado como “STL MAGNUS CARLSSOKAM”, “foi entregue às autoridades da Interpol” no Aeroporto Internacional Nuno Xavier Dias da Graça, em São Tomé, no sábado a noite, e seguiu viagem no voo da TAP, com destino ao Reino da Suécia.
A instituição refere que a detenção e extradição ocorreu em resposta à solicitação oficial da Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol) “decorrente de uma notificação de alerta vermelho emitida a pedido do Reino da Suécia, no passado dia 22 de fevereiro”, tendo o sueco ficado sob custódia das autoridades são-tomenses até a conclusão dos “trâmites judiciais e administrativos”.
Aquando da detenção no mês passado, o diretor da Polícia Judiciária são-tomense, Domilzio Matos disse que o sueco era procurado pela Interpol, “pela prática de crimes de ofensas corporais grave, detenção e uso de armas proibida, violação sexual grave com recurso a administração às vítimas, contra a sua vontade expressa e mediante uso de força, de drogas incapacitantes da sua resistência”.
O homem havia disso detido na posse de um passaporte diplomático são-tomense com título de conselheiro especial do Presidente da República Carlos Vila Nova, mas a Presidência são-tomense esclareceu que, a data da detenção o mesmo já tinha sido exonerado.